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Novo crime

Ex-gerente que furtou R$ 1,5 milhão de banco agride sogra e acaba esfaqueado em Vitória

Mulher teria tentado intervir em uma discussão entre Eduardo Barbosa de Oliveira e a filha dela; caso ocorreu na madrugada desta segunda-feira (4)

Publicado em 04 de Maio de 2026 às 21:56

Caroline Freitas

Publicado em 

04 mai 2026 às 21:56
Eduardo Barbosa de Oliveira foi condenado a sete anos em regime semiaberto por furto milionário a banco na Praia do Canto
Eduardo Barbosa de Oliveira foi condenado a sete anos em regime semiaberto por furto milionário a um banco na Praia do Canto Reprodução | Rede Social

O ex-gerente bancário Eduardo Barbosa de Oliveira, 44 anos, condenado a sete anos de prisão pela Justiça após furtar R$ 1,5 milhão de uma agência do Banco do Brasil, em Vitória, foi novamente detido na madrugada desta segunda-feira (04) após agredir a sogra, 50 anos, e tentar esfaquear o cunhado, 26 anos, no bairro Itararé, na Capital.


Eduardo, que segundo a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) estava em liberdade desde o dia 15 de janeiro, quando recebeu um alvará de soltura  ele deu entrada no sistema prisional em 4/4/2025   teria iniciado uma discussão com a esposa, na casa em que residem com a família dela. Nesse momento, a sogra teria tentado intervir, sendo agredida com socos e empurrões pelo genro.


O cunhado de Eduardo, que mora ao lado, escutou a discussão e foi até lá para tentar acabar com a briga. Ao ver a mãe ser agredida, pela janela, o homem entrou na residência para tentar protegê-la. Neste momento, o ex-gerente bancário teria pegado uma faca para tentar golpear o cunhado, que conseguiu desarmá-lo por um momento. 


Ainda segundo os relatos à polícia, eles teriam entrado em luta corporal diante da situação, e enquanto Eduardo tentava reaver a faca, o cunhado o golpeou para impedi-lo de continuar, acionando o Samu em seguida.


Eduardo foi socorrido e conduzido, sob escolta, ao Hospital Estadual de Urgência e Emergência (HEUE), antigo São Lucas, em Vitória.

Ex-gerente voltará para a prisão após alta

Em nota, a Polícia Civil informou que a ocorrência foi entregue na Delegacia Regional de Vitória. O rapaz, de 26 anos, cunhado de Eduardo, foi ouvido e liberado, já que a autoridade policial não identificou elementos suficientes para realizar a prisão em flagrante naquele momento. 


O ex-gerente do Banco do Brasil, de 44 anos, foi autuado em flagrante por lesão corporal e vias de fato, ambos na forma da Lei Maria da Penha, além de injúria, lesão corporal e ameaça. Ele será encaminhado ao sistema prisional após receber alta médica.

Relembre o furto

Eduardo era funcionário de uma agência do Banco do Brasil, em Vitória, e foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Rio Grande do Sul, com R$ 1,5 milhão em dinheiro furtado, em novembro de 2024. No momento da prisão, ele estava acompanhado da esposa e de dois animais de estimação levados na fuga: um gato e um cachorro. Em depoimento após a prisão em flagrante da BR 158, a mulher teria admitido que o plano da dupla era sair do Brasil com destino ao Uruguai.

O suspeito trabalhava na Agência Estilo, na Praia do Canto. O Banco do Brasil informou, na época, que a área de segurança identificou o furto, comunicou às autoridades policiais e colaborou nas investigações que levaram à localização e prisão do funcionário.

Durante a abordagem que levou às prisões, os policiais encontraram maços de cédulas de reais, dólares e euros escondidos em malas e no compartimento do estepe. Parte das notas ainda estava dentro de envelopes plásticos com a marca da Casa da Moeda do Brasil.

A dupla foi parada pela polícia após dirigir por 2.200 km, de Vitória até Santa Cruz, cidade gaúcha. Os dois estavam a, aproximadamente, 247 km da fronteira do Brasil com o Uruguai, destino traçado para a fuga.

Em 2025, Eduardo foi condenado a 7 anos de prisão em regime semiabertoA esposa dele foi absolvida por insuficiência de provas.
Cédulas apreendidas pela PRF em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, com suspeito que é funcionário do Banco do Brasil em Vitória
Cédulas apreendidas pela PRF em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, com suspeito que era gerente bancário, em Vitória Foto: PRF/ Divulgação

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